
rabisco a minha vida numa folha de papel cavalinho A2. E visualizo a corda fina e tremula de um trapezista. De um trapezista com sorriso de palhaço, mãos de mágico, energia de contorcionista e coração de domador. E eu sei que ele apenas procura a sanidade própria.
Eu sei porque eu sou ele, o trapezista.
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