30 junho 2009


tem outro cheiro. outro saber. outro gosto. outro estar. outro querer. outro sentir.

é outro mundo.


somos mais do que voluntários. para Eles somos uma salvação. um novo caminho.

uma palavra: Esperança.



25 junho 2009




emoções.

24 junho 2009


quero acordar e ter os teus olhos pousados em mim.quero essa protecção e aquela que me dás enquanto me abraças.quero sentir a paz que constróis quando me encostas ao teu peito.
quero que vejas o meu sorriso.quero ouvir-te dizer que comer muitos chocolates faz mal.quero sentir o teu corpo a seguir o meu, enquanto me remexo na cama.quero abraçar-te e aliviar este nozinho que tenho cá dentro.quero ser princesa.quero dar-te mil beijinhos, daqueles que te fazem sorrir.quero esconder de ti as minhas lágrimas para não saberes o quanto é especial ser a tua menina.quero escrever caracteres de amor.

22 junho 2009



shhhiu. hoje só te pedia um abraço, como sempre aliás.

21 junho 2009



VERÃO :)

18 junho 2009



por isso é que é estranho. não o sentia há muito tempo. é um mal que me devora o corpo. a alma. rouba-me o sorriso.
não o quero voltar a sentir. não!

17 junho 2009




Só me faltava esta! %!|#%$&!"|$



QUEM É QUE PERDE O BI?

16 junho 2009


muitas coisas

15 junho 2009



ter conversas sérias, como despedida. arrumar as ideias. e o coração. trocar endereços. anotar nos cantos das folhas o que levar. falar entre cafés. saídas suaves. ver Lisboa. de perto. manusear o tempo.
E
começar a escrever os caracteres com saudade.


é fácil encontrar-me neles. sentia-lhes a falta

14 junho 2009


And that’s why books are never going to die. It’s impossible. It’s the only time we really go into the mind of a stranger, and we find our common humanity doing this. So the book doesn’t only belong to the writer, it belongs to the reader as well, and then together you make it what it is.

Paul Auster


eu sou daquelas que não se penteia de manhã.

bad boy. or not.

12 junho 2009



i never meant to start a war.

Nós vivemos na cidade quase sempre perdidos

nas nossas pequenas razões. Estas ruas
ainda prometem mais do que podem cumprir?
A breve epifania do amor ou simplesmente
um cúmplice que nos diga, à mesa de um café,
que não faz mal, que pouco importam
as perdas e danos que sofremos.

De qualquer modo o mundo continua.

Entre o medo e a esperança
procuramos a nossa incerta morada
e enquanto isso envelhecemos mais um dia,
colhidos pelo tempo em plena queda. Nas praças,
nos quintais, a noite aparece depois do jantar
cheia de boas promessas, mas já vem condenada
ao tropel dos crentes, ao cego movimentos da manhã.

Rui Pires Cabral

11 junho 2009


Além do leste, o amanhecer.

Além do oeste, o mar.

E no leste e oeste, a sede de vagar que não me deixará estar.

Gerald Gould

10 junho 2009



Lisboa é linda.

09 junho 2009


A infância não vai do nascimento a uma determinada idade e, em determinada idade, a criança cresce e deixa-se de coisas infantis.
A infância é o reino onde ninguém morre.

Edna St. Vincent Millay

08 junho 2009

2 meses.
era o tamanho da pequenina que me agarrou afincadamente o dedo.
tinha os olhinhos mais pequenos e irrequietos do mundo :).


hoje foi daqueles dias em que ficar deitada na cama à espera do dia seguinte teria sido uma boa opção. não que tenha sido
térrible. apenas entre não fazer o que fiz e fazer o que fiz, poderia ter ficado sem fazer o que fiz que ficava muito bem. em principio.

07 junho 2009


eu disse que ia ser uma boa noite, nao disse? E foi.

não preciso de tv para ver filmes de gangsters e cowboys. estes desenrolam-se à minha frente sem precisar de carregar no play. é um desbobinar de acções patéticas, terrivelmente macabras e mal planeadas. e fico com pena destas pessoas. o que até se torna um pouco lisonjeador.
aguardo ansiosamente as cenas do próximo episódio.

06 junho 2009

I gotta feeling that tonight's gonna be a good night


good good night


Sento-me num café e fico uma hora inteira a ver passar na rua as trinta mil pessoas da cidade. Convencidas, vencidas, alegres e tristes, inquietas, calmas, inseguras, deslizam como imagens num écran.
Naquele momento, dir-se-ia que cada um concentra em si o destino do mundo. E, afinal, um segundo depois, não fica no seu caminho o mais leve sinal de tanta significação que parecia ter. Representou apenas um papel semelhante ao daqueles protagonistas de tragédias e comédias contadas num jornal que a criada amarrota, mete no fogão e queima.


Miguel Torga

04 junho 2009

#2

03 junho 2009

#1