
viajar no decorrer dos ponteiros, trocar a posição dos astros, viver no decorrer da metamorfose dos dias. apercebo-me de que sou mais e melhor quando não páro. eu sou como o pássaro que voa, voa, voa. peço apenas que não me afastem do meu espaço. porque sou maresia, pés enterrados na areia, corpo salgado do mar e alma ao vento. mas deixem-me viver da mudança de lugares, de pessoas e sentidos. estou ciente que sou mais e melhor deste modo. chamem-me saltimbanco, se for mais conveniente. porque eu sou como o pássaro que voa, voa, voa que se prepara para uma nova viagem.
se calhar sim...
ResponderEliminarups este comentário era para o outro post...:)
ResponderEliminarbeijo vagabundo