28 agosto 2010
26 agosto 2010
ele não está abandonado, as palavras é que ficaram nos lugares por onde passei, mas os sorrisos trouxe-os comigo, gravados na memoria de um memory disk. organizei as fotografias por dias, por local, arrumadas ao infimo detalhe, segundo uma preciosa necessidade de nao esquecer pormenores. Sempre ao som do melhor reggae.
02 agosto 2010
- (...) temos baixas e feridos, mas mais do segundo mal do que do primeiro, o ínicio da batalha foi inesperado e tirou-nos o fôlego e a capacidade de raciocínio. Não temos protecção contra um próximo ataque, uma vez que a primeira linha foi facilmente derrubada nesta batalha. Resta-nos o sangue que nos escorrega pela mãos enquanto deitamos por terra o arsenal que nos acompanha e afagamos o corpo contra o chão arenoso. Mesmo com o pior dos cenários ganhámos meu senhor.
- E eles, meu jovem?
- O nosso coração receia outras batalhas mas sabemos perfeitamente que é esta a nossa razão de viver.
(Continuarei a comandar os meus homens nesta demanda como se fossemos um só peregrino mas a verdade é que morreu um pouco de mim hoje. E é o sentimento de perda, mesmo na vitória, que me corrói o espírito. Hoje não há júbilo entre nós, o meu senhor não precisa de saber isso.)
01 agosto 2010
![]() |
não pretendo usar novamente a tesão como razão. é mais do que isso. são as saudades dos movimentos acrobáticos, as dores bonitas do pós-sexo casual, os beijinhos os abraçinhos as coisas tais que se trocam nos entretantos, o sufoco inicial da gana repreendida, os corpos unidos num olá e meia chávena de conversa. É disso que sinto falta, sabendo à priori que amanhã nos encontramos novamente, até porque se quer mais do mesmo ou então, quem sabe, apenas trocar os beijinhos-bons à beira rio entrelaçados com conversa-miúda-só-nossa e sorrisos-que-são-só-para-ti (e teus).
Subscrever:
Mensagens (Atom)




